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	<title>Levisky Arquitetos</title>
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	<description>Estratégia Urbana</description>
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		<title>Inteligência Artificial no Urbanismo: Uma revolução silenciosa e concreta</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 16:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Levisky]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Como pessoa, mãe, cidadã e profissional na área da arquitetura e urbanismo, percebo a crescente revolução da Inteligência Artificial (IA) no moldar das nossas relações humanas, das profissões em geral, considerando aquelas que irão morrer e outras tantas que surgirão, dos padrões de comunicação, da ética, da percepção e sentido de realidade e perenidade das [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p id="ember242" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Como pessoa, mãe, cidadã e profissional na área da arquitetura e urbanismo, percebo a crescente revolução da Inteligência Artificial (IA) no moldar das nossas relações humanas, das profissões em geral, considerando aquelas que irão morrer e outras tantas que surgirão, dos padrões de comunicação, da ética, da percepção e sentido de realidade e perenidade das coisas, sobretudo aquelas tidas como físicas e materiais. E, neste amplo movimento, percebo também a relevante influencia da Inteligência Artificial na construção, monitoramento e gestão das nossas cidades.</p>
<p id="ember243" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Essa tecnologia, que lá longe pertencia apenas ao reino da ficção científica, agora é uma realidade palpável e de consolidada dependência. Ela vem trazendo possibilidades relevantes para os desafios urbanos contemporâneos, tornando-se uma ferramenta indispensável no suporte ao planejamento e na gestão das cidades, na busca de soluções mais ágeis, acessíveis, transparentes e eficientes.</p>
<p id="ember244" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">É importante no entanto, distinguir o uso da IA voltada à coleta de dados, simulação de cenários e automação, daquela que, para além disto, assume papel do tomador de decisões, do definidor de “melhores estratégias” e “soluções assertivas” para um determinado lugar.</p>
<p id="ember245" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Este paradigma emergente está remodelando o futuro dos espaços de maneira nunca antes imaginada. E coloca em discussão o lugar do urbanista, frente a esta situação, trazendo a principal pergunta: qual a importância e o papel do arquiteto e do urbanista a partir da IA? Qual o diferencial entre a IA e a inteligência urbanística?</p>
<p id="ember246" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph"><strong>Transformações concretas em cidades pioneiras</strong></p>
<p id="ember247" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Em lugares inovadores como Singapura, Curitiba e Sydney, a IA já se tornou uma força central no planejamento urbano. Em Singapura, essa ferramenta é empregada em uma variedade de funções, desde otimizar a distribuição de energia até a gestão de águas pluviais, refletindo um profundo compromisso com a sustentabilidade. Não é preciso ir tão longe, em Curitiba é fundamental na gestão de transporte público, melhorando a eficiência e reduzindo a pegada de carbono. Sydney, explorando o potencial da IA na gestão de tráfego e segurança pública, demonstra como a tecnologia pode melhorar significativamente a segurança e eficiência urbana.</p>
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<div class="ivm-view-attr__img-wrapper display-flex"><img id="ember248" class="ivm-view-attr__img--centered reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/D4D12AQGTa0XqsJqf2w/article-inline_image-shrink_1500_2232/0/1702912948184?e=1708560000&amp;v=beta&amp;t=wRA3tzGlIv7ndPcLHaIKbB_JC7QbU2lrAfQdHZ7XWYs" alt="" /></div>
</div><figcaption class="display-block mt2 full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light">Cidade de Singapura</figcaption></figure>
</div>
<p id="ember249" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph"><strong>A IA como instrumento de mudança</strong></p>
<p id="ember250" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">A IA também vem se transformando em um instrumento crucial para o monitoramento dinâmico das cidades, tornando-as verdadeiros laboratórios vivos de inovação. Por exemplo, em Los Angeles e em Barcelona, sistemas baseados em inteligência artificial estão sendo usados para analisar e otimizar o fluxo de trânsito. Estes mecanismos não só reduzem os congestionamentos, mas ainda aumentam a segurança nas estradas, identificando padrões de acidentes e propondo alterações eficazes.</p>
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<div class="ivm-view-attr__img-wrapper display-flex"><img id="ember251" class="ivm-view-attr__img--centered reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/D4D12AQFdYaj5TVacRw/article-inline_image-shrink_1500_2232/0/1702912994786?e=1708560000&amp;v=beta&amp;t=k14w7-QbF3QJU7pkBJR1Xy0NR5CaBdIeN-zTnvzIt3k" alt="" /></div>
</div><figcaption class="display-block mt2 full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light">Fluxo de trânsito</figcaption></figure>
</div>
<p id="ember252" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">No âmbito da sustentabilidade, locais como Amsterdã estão adotando essa ferramenta para criar redes energéticas mais eficientes e verdes. A IA auxilia na harmonização entre demanda e oferta de energia, integrando fontes renováveis e otimizando o consumo, o que não só torna as cidades mais sustentáveis, mas também mais adaptáveis a variações e interrupções no fornecimento de energia.</p>
<p id="ember253" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Além disso é uma ferramenta valiosa na tratativa de importantes desafios urbanos, como a radiografia dinâmica das desigualdades sociais e seus padrões de ocupação e de consumo nas cidades, por exemplo. Através da análise profunda de dados, pode-se entender como diferentes grupos vem caracterizando padrões de comportamento, que levam a elencar tendencias, provisões e fundamentalmente calibrar políticas urbanas e ações estratégicas pertinentes.</p>
<p id="ember254" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph"><strong>Forjando o futuro urbano com a IA</strong></p>
<p id="ember255" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Como pudemos observar, a inteligência artificial está se estabelecendo como um componente fundamental na evolução das cidades. Como urbanistas, enfrentamos a responsabilidade e a oportunidade de utilizar essa tecnologia para criar ambientes urbanos mais inteligentes, sustentáveis e acolhedores. Para isto, buscando resposta para a pergunta apresentada, caberá cada vez mais ao arquiteto urbanista a assertividade de fazer as perguntas certas e focalizar em sua capacidade diagnostica e mediadora a partir da enormidade de dados cruzados que com extrema diversidade e velocidade a IA é capaz de participar. O lugar da inteligência urbanística para abordar os complexos desafios urbanos do século XXI contando com a presença da IA está na sua capacidade de elaborar perguntas, de capturar dados interdisciplinares, de diagnosticar de forma holística e integradora as situações, de considerar as lições aprendidas e ter a capacidade de discernimento ao detectar similaridades e especificidades aplicáveis a diversas situações, de focar na gestão continua e complexa das coisas, Enfim, de lidar essencialmente com o fator TEMPO aplicado às PESSOAS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><strong>Adriana Levisky</strong><br />
Arquiteta Titular da Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana</p>
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		<title>O Entrelaçamento entre planejamento urbano, desenho urbano e segurança: uma reflexão mais aprofundada</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 13:17:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Levisky]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O ritmo acelerado das transformações nas cidades contemporâneas vem me fazendo refletir profundamente sobre o legado e as responsabilidades de minha profissão. No papel de arquiteta e urbanista, tenho observado que as cidades são, em sua essência, um reflexo direto das boas e más decisões que tomamos ou ainda aquelas que, por omissão ou desatenção, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p id="ember1177" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">O ritmo acelerado das transformações nas cidades contemporâneas vem me fazendo refletir profundamente sobre o legado e as responsabilidades de minha profissão. No papel de arquiteta e urbanista, tenho observado que as cidades são, em sua essência, um reflexo direto das boas e más decisões que tomamos ou ainda aquelas que, por omissão ou desatenção, deixamos de tomar.</p>
<p id="ember1178" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Mas uma questão sempre se destaca em minhas reflexões. Como o planejamento urbano impacta, direta e indiretamente, a segurança de suas populações?</p>
<blockquote id="ember1179" class="ember-view"><p><strong>Iniciar qualquer projeto urbano requer um profundo entendimento da realidade da cidade para a escolha dos valores e objetivos essenciais, dos quais se queira aproximar. Em outras palavras, para se chegar num projeto urbano adequado, demanda-se previamente o olhar abrangente e investigativo do planejamento capaz de fazer a ponte entre leitura crítica da realidade e premissas e diretrizes para um futuro melhor. Essa investigação vai além do físico, abrangendo também os aspectos ambientais, sociais, econômicos, culturais e afetivos.</strong></p></blockquote>
<p id="ember1180" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">No contexto da segurança, tal mapeamento torna-se uma ferramenta ainda mais valiosa, permitindo compreender os pontos críticos, as áreas de vulnerabilidade e os focos de oportunidade.</p>
<p id="ember1181" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Um fator que frequentemente é negligenciado, mas que tem influência direta na segurança, é a qualidade e disposição estratégica dos espaços públicos das cidades. Espaços ordenados e desenhados para promover a interação social, a integração entre moradia e trabalho, a oferta de descobertas culturais e práticas saudáveis, como praças, parques, calçadões, ou simples calçadas e demais percursos dedicados aos pedestres ao longo de ruas e avenidas ou ainda cruzando empreendimentos privados e, mais ainda, quando bem iluminados, adequadamente pavimentados, equipados, bem sinalizados e integrados ao tecido urbano, estimulam a ocupação e, especialmente, apropriação, por parte dos cidadãos, gerando uma espécie de vigilância natural pertencente ao grupo dos “quem gosta, cuida!”.</p>
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<div class="ivm-view-attr__img-wrapper display-flex"><img id="ember1182" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/D4D12AQGlxOieapVsww/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1698341174330?e=1710374400&amp;v=beta&amp;t=onQef0g3gL-3ogJ5CpIvWmTDefydBG73Jiq5hgARLh4" alt="" /></div>
</div><figcaption class="display-block mt2 full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"><span style="font-size: 14px;">Banco de Imagens Freepik</span></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember1184" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">A presença contínua de pessoas tende a inibir atividades ilícitas e promover uma sensação de pertencimento e segurança. Já não é de hoje a constatação, há pelo menos meio século, da importância do desenho urbano visando favorecer ou qualificar a interação humana. Um desenho urbano consciente que valoriza a visibilidade dos espaços da cidade atuando como uma ferramenta poderosa na promoção da segurança urbana.</p>
<p id="ember1185" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Como alinhar efetivamente o planejamento com a viabilidade de implementação? Pois de nada adianta um planejamento minucioso se ele não se materializa de forma eficaz no espaço urbano. A implementação desses planos exige uma abordagem multidisciplinar, que considere não apenas aspectos estéticos ou funcionais, mas também questões econômicas, sociais e, principalmente, a realidade local.</p>
<blockquote id="ember1186" class="ember-view"><p><strong>A viabilidade de realização das transformações urbanas depende de uma forte conexão entre as etapas de escuta, planejamento, desenho, execução, operação, usufruto e manutenção. Isto significa levar em conta as limitações e oportunidades do contexto urbano, as restrições orçamentárias, as tecnologias disponíveis e, crucialmente, a vontade política, bem como as vozes da população em suas mais diversas representações. As transformações desejadas no tecido urbano só ocorrerão se houver uma clara compreensão de como traduzir visões e ideias em compromissos e ações práticas no território.  A segurança, como produto final, é uma resultante dessas múltiplas variáveis &#8211; desde o desenho do espaço físico das ruas e espaços públicos até programas sociais, políticas habitacionais e estratégias de policiamento e zeladoria. Todos esses elementos precisam ser sincronizados, o que torna o planejamento, a implementação, o uso e a manutenção um processo intrincado.</strong></p></blockquote>
<p id="ember1187" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">A comunidade local tem que estar envolvida em todas as etapas do processo. Sua adesão e participação ativa garantem que as mudanças propostas sejam não apenas viáveis, mas também desejáveis e adaptadas às suas necessidades e aspirações. Isso leva a soluções mais sustentáveis, com maior probabilidade de sucesso a longo prazo.</p>
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		<title>Cidades em Transformação: A Influência da Arte na Concepção de Espaços Urbanos</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Aug 2023 13:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Levisky]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Como urbanista e amante da arte, sempre tive um interesse profundo na interseção desses dois campos. A minha paixão por viagens, por descobrir e explorar novos lugares, sempre me permitiu ver as paisagens urbanas com um olhar diferente. É um processo contínuo de absorção de experiências, de aprender a ver através de diferentes lentes e [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p id="ember278" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Como urbanista e amante da arte, sempre tive um interesse profundo na interseção desses dois campos. A minha paixão por viagens, por descobrir e explorar novos lugares, sempre me permitiu ver as paisagens urbanas com um olhar diferente. É um processo contínuo de absorção de experiências, de aprender a ver através de diferentes lentes e moldar sua percepção do mundo ao redor. E essa &#8220;andança&#8221;, esse nomadismo, sem dúvida, tem um impacto profundo em meu trabalho.</p>
<p id="ember279" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Desde sempre, a arte ocupou um lugar de destaque na minha vida, proporcionando-me não só um prazer estético, mas também uma maneira de interpretar e compreender o mundo e suas mentalidades. Por outro lado, a minha profissão como arquiteta e urbanista exige que eu olhe para o espaço, não só geofísico, mas também social, cultural e afetivo. É na confluência dessas perspectivas que o meu trabalho encontra a sua essência.</p>
<blockquote id="ember280" class="ember-view"><p><strong>Vejo na cidade a essência da rica e plural interlocução e negociação das mais variadas demandas e necessidades humanas. Uma verdadeira sinfonia! Para apoiar sua regência, o desenho urbano sustentado por políticas públicas e modelos de governança ocupam, ou melhor, devem ocupar lugar de oportunidade onde as pessoas, seus grupos, as empresas e organizações associativas não são apenas usuárias, mas participantes ativas.</strong></p></blockquote>
<p id="ember281" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Procuro viajar bastante e colher sinais e referências relevantes deflagrados pelas cidades ao redor do mundo. Observar como a arte se manifesta em cada detalhe urbano &#8211; das fachadas arquitetônicas às intervenções de rua, dos espaços públicos às interações humanas – tem sido meu dedicado objeto de investigação. Cada cidade, com sua cultura e caráter únicos, me ensina que é um elemento indispensável na modelagem da paisagem urbana. Hamburgo, Berlim, Fés, Tel Aviv, Rotterdam&#8230;</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--right-align" style="text-align: center;">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model   ">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper display-flex"><img id="ember282" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/D4D12AQHUEM7uT5C4Ow/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1690987255593?e=1710374400&amp;v=beta&amp;t=fzneH0hbw5Lmk7n3O7wEiwCcJXYeVaiUL7Hgg4lo5c4" alt="No alt text provided for this image" /></div>
</div><figcaption class="display-block mt2 full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"><span style="font-size: 14px;"><em>Praça Vitor Civita, projeto de Levisky Arquitetos e Anna Dietzsch. Fotografia de Pedro Mascaro</p>
<p></em></span></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember283" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">A riqueza dessas experiências sempre alimenta o meu trabalho. Em cada projeto, em cada consultoria estratégica tento infundir o poder da arte e da educação na estruturação do espaço urbano. Essa organização dos espaços urbanos a partir da arte e da educação ocupa lugar fundamental no acolhimento e construção identitária e cidadã da população, fomentando perspectivas de corresponsabilidade das pessoas para com seu entorno, apropriando-se coletivamente do espaço público. Em outras palavras, poderia dizer que esta é a força de um urbanismo responsável e sinérgico com as facetas e vozes das diversas culturas e economias que compõem as cidades.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width" style="text-align: center;">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model   ">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper display-flex"><img id="ember284" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/D4D12AQExVhqYpo6YiQ/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1690987269151?e=1710374400&amp;v=beta&amp;t=hGs4xX2RYMps5q-pwuGMEQeJ_XsRgVtwZhrx9BnkFVk" alt="No alt text provided for this image" /></div>
</div><figcaption class="display-block mt2 full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"><em><span style="font-size: 14px;">Museu Vivo Cratera de Colônia, projeto de Levisky Arquitetos. Perspectiva de Visualize Arquitetura Digital</p>
<p></span></em></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember285" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">E por isso, é essencial repensar nossa (enquanto vicio brasileiro adotado historicamente pelas suas ações ou “inações” de planejamento urbano e políticas urbanas) abordagem ao planejamento urbano. Compreender que as ações de transformação das cidades devem necessariamente nascer de modelos onde a corresponsabilidade pelas ações estejam previamente delineadas e pactuadas. Onde o modelo de governança garanta perspectivas de longevidade, monitoramento e correção dos erros ao longo do tempo. Isso requer uma mudança de paradigma em nossa percepção do que é uma cidade, suas vozes, seus agentes, sua economia, seus valores.</p>
<p id="ember286" class="ember-view reader-content-blocks__paragraph">Em resumo, minha jornada só vem reforçando minha crença sobre o quão importante é a fusão da arte, educação, corresponsabilidade e urbanismo. E assim seguirei explorando e promovendo esta visão em meu trabalho, instigando a mim e a todos nós a respeito das oportunidades de realizações onde a cidade é fim&#8230;é meio&#8230;é processo de transformação, ativação, valorização e regeneração!</p>
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		<title>Livro Polifonia Urbana: arquiteturas, urbanismos e mediações</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 12:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Levisky]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Com intuito de abrir um diálogo com estudantes e profissionais de arquitetura para falar sobre a atuação da categoria, que a arquiteta Adriana Levisky lança o livro Polifonia urbana: arquiteturas, urbanismos e mediações. A autora acredita que a figura do arquiteto urbanista é frequentemente discutir sua atuação enquanto estrategista e mediador entre as esferas política, [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">Com intuito de abrir um diálogo com estudantes e profissionais de arquitetura para falar sobre a atuação da categoria, que a arquiteta Adriana Levisky lança o livro </span><b><span data-contrast="auto">Polifonia urbana: arquiteturas, urbanismos e mediações</span></b><span data-contrast="auto">. A autora acredita que a figura do arquiteto urbanista é frequentemente discutir sua atuação enquanto estrategista e mediador entre as esferas política, cultural e social.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:708,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">Editado pela KPMO e publicado pela Editora Senac São Paulo, a obra teve o lançamento feito no UIA 2021 Rio, 27º Congresso Mundial de Arquitetos promovido pela União Internacional de Arquitetos (UIA).</span></p>
<p><img class="wp-image-4155 aligncenter" src="https://leviskyarquitetos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_polifonia-urbana-270x300.jpg" alt="" width="358" height="398" srcset="https://leviskyarquitetos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_polifonia-urbana-270x300.jpg 270w, https://leviskyarquitetos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_polifonia-urbana-768x853.jpg 768w, https://leviskyarquitetos.com.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_polifonia-urbana-922x1024.jpg 922w" sizes="(max-width: 358px) 100vw, 358px" /></p>
<p><span data-contrast="auto">No livro, a autora traça um panorama dos mais de dezoito anos do escritório Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana, discutindo os diversos projetos realizados por eles. Também convida o leitor a refletir sobre o papel estratégico na conciliação das soluções como mediador proativo, considerando aspectos que vão além das dinâmicas locais dos lugares, perpassando por questões sociais, econômicas, jurídicas, culturais, geográficas e políticas, destacando sua necessária voz ativa na proposição de intervenções que possam gerar melhor qualidade de vida às pessoas nas cidades.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">O entendimento do papel do arquiteto urbanista, no contexto urbano, é essencial para promover experiências com o espaço, capacidade de transformação e melhora das condições de vida de uma sociedade. Na obra, Adriana ainda convida os profissionais à reflexão sobre a inserção da criatividade, da tecnologia e da arte na transformação das cidades, sobretudo sob a perspectiva da inclusão, da criação de vínculo entre as pessoas e seus espaços de moradia e convivência. Traçando um paralelo com a prática, esse conceito pode ser observado no projeto criado pela arquiteta para a unidade Senac São Miguel Paulista, o qual foi concebido de modo estratégico para fortalecer a proposta pedagógica contemporânea da instituição educacional, gerando oportunidades diversificadas e novos estímulos educacionais aos alunos.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:2,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:241}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:708,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">A publicação é para todos que tem interesse pela arquitetura e pelo urbanismo, que anseiam interagir com as cidades e a sociedade contemporâneas “Espero que, por meio das realizações do escritório — projetos, metodologias de trabalho, dificuldades, erros e acertos — tenhamos condição de instigar o leitor, de maneira confortável, mas não muito, a refletir profunda e sinceramente, por meio de uma viagem íntima, sensorial, emocional e reflexiva, a respeito de questões complexas da atuação do profissional arquiteto urbanista” afirma Adriana Levisky.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><span data-contrast="none">Ficha técnica</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Polifonia urbana: arquiteturas, urbanismos e mediações</span><br />
<b><span data-contrast="none">Autora: </span></b><span data-contrast="none">Adriana Levisky</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="none">Páginas:</span></b> <span data-contrast="auto">456</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="none">Preço</span></b><span data-contrast="none">: R$ 155</span></p>
<p><b><span data-contrast="none">Onde comprar: </span></b><a href="https://www.editorasenacsp.com.br/livro/polifonia-urbana-arquiteturas-urbanismos-mediacoes-1-edicao"><span data-contrast="none">www.livrariasenac.com.br</span><span data-contrast="none"> </span></a></p>
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		<title>Desafios da Arquitetura 21</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 11:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Levisky]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Se atualmente mais de 50% da população mundial vive em centros urbanos, em meados do século esse contingente terá dobrado de tamanho, segundo estimativas da Organização das Nações Unidas. Os impactos ambientais, sociais e econômicos desse cenário têm gerado intensas reflexões em diferentes campos e disciplinas, trazendo os processos de urbanização para o centro do [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Se atualmente mais de 50% da população mundial vive em centros urbanos, em meados do século esse contingente terá dobrado de tamanho, segundo estimativas da Organização das Nações Unidas. Os impactos ambientais, sociais e econômicos desse cenário têm gerado intensas reflexões em diferentes campos e disciplinas, trazendo os processos de urbanização para o centro do debate.</p>
<p>É neste contexto que o 27º Congresso Mundial de Arquitetos reunirá profissionais do setor no Rio de Janeiro, em julho de 2021. O evento aconteceria este ano e foi adiado por conta da pandemia de coronavírus, mas a programação será mantida. O eixo dos debates está estruturado em torno do tema “Todos os Mundos, Um só Mundo, Arquitetura 21”, remetendo à ideia da diversidade humana em uma só morada. E como a arquitetura pode responder satisfatoriamente a esse desafio?</p>
<p>Para Adriana Levisky, sócia titular do escritório LEVISKY Arquitetos|Estratégia Urbana, “olhar para a diversidade social, econômica e cultural da população mundial é missão estrutural estratégica e política do profissional da arquitetura e urbanismo”.</p>
<p>“Atuar de forma ética e responsável em prol dos desafios expressivos e complexos apontados pela realidade mundial não é missão trivial, vivenciamos cada vez mais as mudanças comportamentais, as transformações decorrentes da inovação tecnológica, bem como os debates sobre questões éticas e necessidades humanas presentes neste mundo, ao mesmo tempo, interconectado e desconectado”, avalia a arquiteta urbanista.</p>
<p>“A arquitetura do século 21, portanto, deve voltar-se fortemente à temática do viver de forma sustentável, sobretudo nos centros urbanos, enfrentando aspectos relacionados ao envelhecimento da população e à inclusão social.”</p>
<p>&nbsp;<br />
<b>MORADA SUSTENTÁVEL</b></p>
<p>Quando questionada se a arquitetura poderá prescindir dos pilares sustentáveis, atuando em conflito com as necessidades ambientais, Adriana Levisky não dá margem a objeções: “Naturalmente, não há como considerar a arquitetura e o urbanismo atuando de forma desatenta e desvinculada da sustentabilidade. A produção arquitetônica e urbana do século 21 está necessariamente relacionada às questões sociais, ambientais, econômicas e culturais que urgem por um tratamento sinérgico e holístico, que pode ser beneficiado por avanços consistentes no uso ético e inclusivo do conhecimento e de novas tecnologias”, declara.</p>
<p><img src="https://leviskyarquitetos.com.br/wp-content/uploads/2020/02/sessao_destaque_02.png" alt="" class="alignnone size-full wp-image-1962" srcset="https://leviskyarquitetos.com.br/wp-content/uploads/2020/02/sessao_destaque_02.png 600w, https://leviskyarquitetos.com.br/wp-content/uploads/2020/02/sessao_destaque_02-300x155.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>“Apesar de parecer um caminho óbvio no processo da elaboração e implantação de soluções para os desafios relacionados à qualidade de vida nas cidades, as estruturas sociais e políticas no âmbito mundial, em sua maioria, não se apresentam suficientemente maduras para a necessária implementação de ações conjugadas – ações estas que se traduzam em respostas efetivas para as questões urbanas que, por sua vez, estão frequentemente relacionadas à atuação concatenada de diversas áreas do conhecimento no contexto das organizações”, continua. “As palavras-chaves da contemporaneidade são diversidade, mediação e pactuação. A contemporaneidade demanda um posicionamento profissional, social e existencial pautado nestas três palavrinhas. Sem elas, dificilmente iremos avançar neste mundo tão populoso, complexo e paradoxal”, elabora a arquiteta urbanista, com maestria.</p>
<p>“Temos em nosso escritório alguns trabalhos realizados e projetos elaborados que envolvem interlocuções entre as esferas pública e privada. São experiências que apontam caminhos possíveis a serem trilhados, todos com as suas respectivas oportunidades e os desafios inerentes à qualificação e requalificação dos espaços urbanos. Neste contexto, é importante considerar que modelagens público-privadas tais como concessões, Parcerias Público-Privadas, Acordos e Termos de Cooperação são modelos jurídicos extremamente atuais, usualmente aplicados em contratos de infraestruturas, estradas, aeroportos, portos, mas ainda pouco dedicados às questões urbanas”, aponta.</p>
<p>&nbsp;<br />
<b>EXPECTATIVAS COM O UIA</b></p>
<p>Quisemos saber de Adriana Levisky quais suas expectativas em relação aos resultados que o 27º Congresso Mundial de Arquitetos poderá trazer para o debate nacional. Para ela, “a oportunidade de intercambiar a enorme diversidade de experiências, realidades e prioridades ao redor do mundo será de grande valia para o debate da arquitetura e do urbanismo no Brasil e internacionalmente”.</p>
<p>“Em um mundo praticamente sem fronteiras, do ponto de vista do trânsito da informação, passa-se a constatar com muita rapidez e facilidade as dificuldades e desafios comuns que se multiplicam ao redor do planeta”, afirma. “As soluções para o enfrentamento de tais questões – sofrendo interferências econômicas, políticas e sociais específicas de cada país – resultam em uma diversidade de cenários, entre soluções bem sucedidas e retrocessos. A confrontação de tais realidades, associadas a um compromisso, no mínimo, técnico e ético do profissional de arquitetura e urbanismo, poderá qualificar sua atuação. Também poderá qualificar as políticas de estado, o ensino e a capacitação do arquiteto urbanista, a regulamentação das práticas profissionais e, por fim, resultar em contribuições efetivamente mais e mais qualificadas, tanto em prol da qualidade de vida das pessoas, como do ambiente ao redor do mundo”, conclui.</p>
<p>&nbsp;<br />
<b>27º CONGRESSO MUNDIAL DE ARQUITETOS</b></p>
<p>Na programação do 27º Congresso Mundial de Arquitetos está uma palestra de Adriana Levisky com foco em trabalhos realizados por seu escritório, como o Boulevard da Diversidade, a Requalificação da avenida 9 de Julho, a Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, o Senac São Miguel Paulista e o Plano Diretor do Hospital Albert Einstein, entre outros. “São projetos institucionais com capacidade de impulsionar o desenvolvimento local de diversas regiões em seu contexto urbano envolvendo comunidade, esferas públicas e privadas.”</p>
<p>Saiba mais em: <a href="https://www.uia2020rio.archi/">https://www.uia2020rio.archi/</a></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://glassecviracon.com.br/bv/79/index.html?fbclid=IwAR3vJt5G81WC8MjzCANWIsSOsbJik63l2rJCP_fiWSFYk2pPpziKM_DIlf4">GlassescViracon</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><strong>Adriana Levisky</strong><br />
Sócia diretora da Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana<br />
Autora do projeto da Praça Victor Civita &#8211; Museu Aberto da Sustentabilidade</p>
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		<title>Minha Querida e Saudosa Praça Victor Civita</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2018 11:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Levisky]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Praça Victor Civita faz 10 anos neste novembro de 2018! No mês do aniversário de uma década da inauguração da Praça Victor Civita, sinto a obrigação de dividir conquistas e derrotas de uma experiência de vanguarda que vinha inaugurar, à época, um modelo de gestão privada de espaços públicos. Em um momento especialmente oportuno, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 20px;"><b>A Praça Victor Civita faz 10 anos neste novembro de 2018!</b></span></p>
<p><em>No mês do aniversário de uma década da inauguração da Praça Victor Civita, sinto a obrigação de dividir conquistas e derrotas de uma experiência de vanguarda que vinha inaugurar, à época, um modelo de gestão privada de espaços públicos.</em></p>
<p>Em um momento especialmente oportuno, considerando que a população brasileira vive profundo sentimento de urgência e anseio por segurança em seu mais amplo sentido, há que se refletir a respeito do necessário amadurecimento de uma sociedade adolescente e ainda incapaz de assumir compromissos longevos estabelecidos entre as esferas pública e privada. Compromissos estes que necessariamente carreguem deveres isonômicos e direitos legítimos entre estas duas instâncias, capazes de instituir relação madura de ganha-ganha.</p>
<p>Resgatando a história, a partir de um Protocolo de Intenção firmado em 2001 entre a Editora Abril e a Prefeitura, inicia-se um processo de busca por melhores soluções jurídicas para que a iniciativa privada passasse a fazer parte da gestão de um espaço público. Nesta oportunidade, fomos contratados pela Editora Abril para colaborar na confecção da parceria então almejada.</p>
<p>Após intensa atuação de nosso escritório e bem-sucedido processo de interlocução entre diversas esferas públicas municipais e estaduais, empresas privadas e a comunidade local, em 2008, comemoramos a concretização do resultado de uma legítima negociação de intervenção em espaço urbano. O projeto de urbanismo que desenvolvemos foi fruto da mediação de interesses legítimos de diversas representações da sociedade, e chancelava o compromisso de cooperação firmado entre a Prefeitura e o privado: primeiramente a Editora Abril, depois o Instituto Abril, e finalmente a Associação de Empresas Amigas da Praça Victor Civita. Recém constituída e responsável pela gestão do equipamento público, esta Associação passou a garantir manutenção, segurança, limpeza, e programação esportiva, cultural, educacional focada em sustentabilidade ambiental e social, bem como a zelar pela programação dedicada à terceira idade da comunidade local e pela extensa programação cultural, sobretudo, musical e artística.</p>
<p>Milhares e milhares de pessoas passaram pela Praça usufruindo de inúmeros eventos, exposições, cursos dos mais variados tipos, shows musicais e de teatro. Lá também foram realizados Seminários, Bienais de Arquitetura e de Design, atividades pedagógicas tais como visitas guiadas para escolas, entre outras iniciativas.</p>
<p>Estabelecida com administração profissional e conselho deliberativo, a Praça realizou diversas parcerias com instituições voltadas para a área da educação, da cultura e da terceira idade.</p>
<p>Com o advento da crise econômica, evidentemente, as verbas das empresas amigas da Praça destinadas ao patrocínio e marketing deixaram de ser prioridade, e a saúde financeira de cada uma destas empresas se tornou o foco de suas respectivas gestões. Tentativas ocorreram para se desenhar modelo jurídico capaz de legitimar a geração de recursos financeiros, sempre com finalidade específica de sustentabilidade financeira da Praça. A imaturidade das instituições não permitiu que se percebesse em tempo que novos modelos de gestão de espaços públicos poderiam e deveriam ter sido configurados. Em consonância com a nova realidade e a respectiva capacidade de adaptabilidade frente ao desafio da crise econômica, a elaboração destes novos modelos de gestão poderia passar a chancelar oportunidades sólidas, seguras, transparentes e longevas de ações público-privadas, sobretudo visando qualificar a manutenção continuada de equipamentos públicos.</p>
<p>Enfim, em 2015, a Associação de Amigos da Praça Victor Civita encerra suas atividades! A Praça fica sem pai nem mãe! Que tristeza!</p>
<p>Em 30 de novembro de 2015, nós, membros do Conselho Deliberativo da Associação de Amigos da Praça Victor Civita, juntamente com outras empresas privadas e representações públicas, assinamos, com profundo pesar e inenarrável tristeza, a dissolução desta organização não governamental criada para gerir este equipamento sócio-educativo-esportivo-cultural.</p>
<p>Inúmeros telefonemas, e-mails e reclamações chegam ao nosso escritório cobrando ações para reativação da Praça Victor Civita que, após a dissolução da associação de empresas amigas, vive intenso processo de abandono e degradação.</p>
<p>Tanto investimento aplicado, tanto conhecimento gerado, tanta renovação irradiada e agora, após 10 anos de sua existência, temos a radiografia da incapacidade histórica de gestão das áreas livres e verdes da cidade.</p>
<p>Motivada por grande cautela, admiração e gratidão por aquela que permitiu a todo um grupo interdisciplinar estruturado por representações empresariais, Prefeitura e CETESB, idealizar e implementar experiência inovadora de cooperação público-privada no Brasil, compartilho palavras, lamentos e reflexões que vêm à tona. Fizemos parte do grupo de profissionais, especialistas e projetistas, entre outros, que atuaram desde a construção física e jurídica da Praça, até sua gestão operacional, abarcando funções de manutenção, segurança, e de oferta de programação cultural e educacional.</p>
<p>No momento, é essencial que haja uma tomada de decisão. Uma mudança de comportamento. Um amadurecimento da sociedade através de suas instâncias administrativas, jurídicas e políticas. É inadmissível enquanto sociedade permanecermos inaptos a lidar com tal questão. Estamos falando de um espaço público que buscou de maneira cooperativa um modelo de gestão inovador, nada usual aos costumes do país, onde a transparência, a confiança e a isonomia apresentaram-se como pilares fundamentais para o sucesso de uma gestão desejável e necessariamente compartilhada de um patrimônio de uso da população.</p>
<p>A Praça Victor Civita se caracteriza como um dos pouquíssimos modelos que até hoje foram adotados e experimentados em nosso país, sobretudo quando se fala em parcerias público-privadas de caráter urbano.Tais parcerias podem ser mais facilmente encontradas nos setores das concessões de obras, de serviços de infraestrutura viária e de transporte público, mas raramente se estabelecem na área de projetos e empreendimentos urbanísticos.</p>
<p>No campo das concessões urbanas, o país engatinha! Pode-se afirmar que, de forma pioneira, a Praça Victor Civita consolidou um modelo de parceria público privada na esfera urbana, que envolveu desde seu processo projetual até sua obra e gestão. O processo para firmar o Termo de Cooperação que a legitimou teve origem em 2006 e lamentavelmente extinguiu-se em 2016.</p>
<p>Após 15 anos de dedicação e esforços de todos envolvidos no processo de gestão da Praça, o que ocorreu?</p>
<p>Por diversos anos, a Associação de Amigos da Praça Victor Civita propôs e buscou soluções jurídicas, administrativas e financeiras para a efetiva construção de uma parceria público privada de equipamento urbano, bem como para a garantia da vitalidade da Praça. O sucesso de uma gestão apoiada exclusivamente em verbas de patrocínios e incentivos fiscais demonstrou-se, após certo tempo, extremamente frágil e insuficiente para a manutenção do equipamento.</p>
<p>Em momentos de maior dificuldade financeira, como este pelo qual o país passou, os patrocínios minguaram e colocaram em risco a manutenção da Praça.</p>
<p>Não parece razoável não haver condição formal que assegure modelo econômico financeiro auto-sustentável para situações nas quais possa ser tratada de forma legítima, madura e saudável a relação entre o público e o privado, admitindo que ambos devam sempre ganhar neste contrato. Um casamento de ganha-ganha, sem mocinho e vilão, sem bom nem mau. Ambos, juntos, desenhando direitos e deveres a partir de um objetivo comum.</p>
<p>A busca por compartilhamento de despesas com a Prefeitura, bem como por um modelo jurídico a partir do qual a organização não governamental pudesse ofertar serviços de forma onerosa, com o intuito único e exclusivo de aquisição de recursos para a manutenção e sustentabilidade financeira da Praça, tem sido tarefa burocrática, sem resposta, sem solução. Por exemplo, a locação de espaços para finalidades específicas relacionadas às temáticas ambientais e culturais, a instalação de bar e restaurante, foram algumas das tentativas para aquisição direta de recursos sem fins lucrativos que a Associação indicou como solução junto à municipalidade. Sem sucesso!</p>
<p>Sem recursos e, honestamente, sem ânimo e confiança, a Associação dissolveu sua figura jurídica ao encontrar-se impotente, incapaz de levar adiante um projeto que, aos meus olhos, honestamente, simbolizou, representou e ressignificou uma oportunidade extraordinária de se desenhar condição de parceria entre o Público e o Privado na gestão de espaços públicos. De modo concomitante ao momento da criação da Associação, havia a certeza de que seria possível se construir um senso de lugar comum, de que os deveres e direitos cívicos se dariam de forma isonômica, uma instância na qual a sociedade, seja ela representada pelo Poder Público ou pelo Privado, tivesse orgulho de si, tivesse orgulho de todos os envolvidos&#8230;Era a experiência piloto para viabilizar, eventualmente, modelo de gestão dos 100 parques municipais.</p>
<p>Nossa Praça Victor Civita completa 10 anos de vida, não mais contando com a cooperação do privado, mas sim, e tão somente, com o tradicional modelo de gestão pública em que as secretarias municipais têm a pesada incumbência de dedicar e garantir recursos financeiros e humanos inexistentes para sua manutenção. Na Praça, o seu piso com 6.000m² de madeira nobre está danificado, a sua exposição permanente está desmontada, não há mais diversidade de programação, peças sanitárias e ferragens foram roubadas, áreas foram invadidas e estão em más condições de manutenção!</p>
<p>De que forma e com qual velocidade a Prefeitura e a sociedade irão manifestar seu interesse em garantir a vitalidade deste lugar adotado por tantos cidadãos?</p>
<p>Enfim, em 04 de outubro de 2017, foi aprovada a Lei 16.703 que disciplina as concessões e permissões de serviços, obras e bens públicos que serão realizadas no âmbito do Plano Municipal de Desestatização – PMD. Incluindo o Parque do Ibirapuera e mais outros cinco parques, o primeiro lote de Parques foi publicado em edital de maio deste ano. O edital precisou, porém, ser retirado para alteração de projeto, tendo dentre os motivos a falta de alinhamento entre as esferas municipal e estadual.Temos que avançar na busca de contratos qualificados que garantam o interesse público, assim como o privado, de forma transparente e segura.</p>
<p>Enquanto espectadores desejamos a abertura de novos editais e que não somente este pequeno lote esteja considerado, mas também a Praça Victor Civita, dentre tantos outros parques, praças e áreas livres do município.</p>
<p>No entanto, atuar enquanto espectadores não parece ser uma ação suficiente&#8230; Reclamar do poder público ou do poder privado, tampouco&#8230;</p>
<p>Que aprendamos a não nos mantermos omissos, passivos, calados&#8230;</p>
<p>Lamentando o enterramento desta experiência tão promissora, honestamente, fico à disposição e permaneço acreditando nesta solução.</p>
<p>Que a mentalidade da máquina pública brasileira e de nossa sociedade amadureça. Que a sociedade tenha repertório e disposição para acreditar em um horizonte no qual o Setor Público e o Privado possam de fato construir relações sólidas, justas e isonômicas para a consolidação de parceria nos diversos campos que constroem o país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><strong>Adriana Levisky</strong><br />
Sócia diretora da Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana<br />
Autora do projeto da Praça Victor Civita &#8211; Museu Aberto da Sustentabilidade</p>
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		<title>Um Bom Presente de Aniversário para São Paulo</title>
		<link>https://leviskyarquitetos.com.br/um-bom-presente-de-aniversario-para-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jan 2018 09:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Levisky]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As metrópoles, as cidades e os grandes conglomerados urbanos, em âmbito mundial, buscam cada vez mais por soluções para garantir a qualidade de vida em seus territórios. É certo que o termo “qualidade de vida” pode ser entendido sob diversas óticas: envolve aspectos subjetivos e imateriais do universo múltiplo de valores pertencentes a cada cultura [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>As metrópoles, as cidades e os grandes conglomerados urbanos, em âmbito mundial, buscam cada vez mais por soluções para garantir a qualidade de vida em seus territórios</em>.</p>
<p>É certo que o termo “qualidade de vida” pode ser entendido sob diversas óticas: envolve aspectos subjetivos e imateriais do universo múltiplo de valores pertencentes a cada cultura e seus respectivos aspectos sociais, jurídico-legais e econômicos. Mesmo assim, os problemas que assombram cidades mundiais são similares e recorrentes. Disparidades sociais, choques comportamentais e culturais, alto custo de vida, aumento da população urbana, crescimentos da favelização e da mendicância, entre outras questões complexas, multiplicam-se com velocidade superior à capacidade gerencial de governabilidade.</p>
<p>Metrópoles contemporâneas são polos atrativos, concentram oportunidades e desafios na mesma medida. Tal realidade exige ampliar a conscientização sobre a importância de um bom planejamento e gestão das infraestruturas urbanas. Carências nas infraestruturas urbanas geram fragilidades. Já a ausência de reconhecimento do valor do projeto arquitetônico e urbanístico – instrumento estratégico para o planejamento e a gestão sistemática da infraestrutura – gera descontinuidade nas ações estruturais do Estado, fragilidade e falta de confiança na relação entre as esferas públicas e privadas.</p>
<p>No Brasil, vivemos um momento crucial ao necessário processo do amadurecimento de relações qualificadas entre o setor privado, a sociedade e o setor público em prol da qualidade de vida nas cidades. Superar deficiências e consolidar ações propositivas nesse sentido seria um presente extraordinário para São Paulo em seu 464º aniversário. Construir modelos de interlocução público-privada com segurança jurídica, longevidade nas ações, solidez, transparência e ampliação de oportunidades junto a um grande espectro do setor produtivo, com aderência por parte da população às ações propostas, é possível e desejável.</p>
<p>Cabe ao setor produtivo e ao Poder Público investir dedicação e proatividade para garantir a qualificada participação das inteligências empresarial, industrial, técnica, tecnológica, acadêmica, a favor de modelagens consistentes dos pontos de vista jurídico-legal, econômico e urbanístico. Esta última, a modelagem urbanística, em um primeiro momento pode parecer a mais abstrata, mas é justamente o oposto: permite materializar a oportunidade de construir espaços e relações qualificadas. Para que se faça presente e efetivo, é fundamental que o planejamento territorial, assim como o desenho do espaço urbano e o arcabouço legal urbanístico – que compreende as disciplinas de parcelamento, uso e ocupação do solo –, seja tratado de maneira equilibrada e consistente.</p>
<p>Um bom projeto urbano pode gerar oportunidades de trabalho e emprego, oferecer moradias, bem como opções em lazer, convivência, entretenimento, esporte e cultura. O usufruto de tal materialidade contribuirá para a qualificação nas relações humanas e o fortalecimento do senso de cidadania. Com base nestes, ficam fortalecidas as condições de pertencimento, zeladoria e segurança, aspectos essenciais para a qualidade de vida nas cidades. A devida atenção aos aspectos técnicos, legais, sociais, ambientais, econômicos e culturais envolvidos em oportunidades de intervenções urbanísticas pode garantir a realização de projetos duradouros e representativos da sociedade na qual se inserem.</p>
<p><em>*Adriana Blay Levisky é presidente do Conselho de Desenvolvimento Local da FecomercioSP</em></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/um-bom-presente-de-aniversario-para-sao-paulo-por-adriana-blay-levisky">Fecomercio</a><br />
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<p><strong>Adriana Levisky</strong><br />
Sócia diretora da Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana<br />
Autora do projeto da Praça Victor Civita &#8211; Museu Aberto da Sustentabilidade</p>
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